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Pequeno varejo na onda digital

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Em uma economia em mudança acelerada, o tempo de implementação de qualquer ferramenta digital pode ser fator chave de diferenciação em relação à concorrência.

 

 

 

  Por Alexandre Cricci

 

 

O varejo brasileiro, nos últimos anos, vem passando por grandes mudanças. A profissionalização vem crescendo de forma consistente e a tecnologia tem possibilitado uma crescente competitividade na gestão do negócio.

Estudo feito em 2017 pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) demonstra que nos últimos anos as grandes redes de varejo têm tomado uma maior fatia deste crescimento e isto se deve, principalmente, ao fato destas últimas terem investido mais em pessoas e tecnologia, permitindo assim um maior ganho de produtividade e consequente maior market share.

A boa notícia para o pequeno varejista é que a tecnologia nunca esteve tão acessível. A cada dia surgem novas ferramentas digitais voltadas às mais diversas aplicações, muitas delas com foco à eficiência do varejo a custos cada vez mais acessíveis. Neste aspecto, vejo uma grande oportunidade para o pequeno varejista com relação à velocidade.

Em uma economia em mudança acelerada, o tempo de implementação de qualquer ferramenta digital pode ser fator chave de diferenciação em relação à concorrência.

A agilidade de implantar uma ferramenta digital em um comércio com um dono empreendedor é normalmente muito maior que a velocidade de mudança de uma grande rede, cheia de burocracias e normas.

Por exemplo: a tecnologia pode facilitar a integração entre fabricante e varejista, com uma gestão integrada e eficiente dos estoques da cadeia de distribuição. Outro exemplo: a proximidade junto ao cliente via relacionamento pode ser aproveitada com rapidez através de aplicativos de relacionamento e fidelização.

O desafio para o lojista é como avaliar e escolher a ferramenta certa. Aqui há um leque de alternativas, como participação em feiras de inovação, notícias de experiências de sucesso, associações de classe, parcerias com fornecedores ou clientes inovadores, dentre outras, porém a principal mudança é de atitude. Para vencer nesta jornada é fundamental estar aberto às mudanças, aberto à experiência, abrir espaço para ouvir de tudo, até mesmo o que pode parecer absurdo, pois ideias nascem e crescem somente se damos oportunidade ao novo.

Para encerrar gostaria de deixar um pensamento para reflexão: todo dono de loja começou um dia e consciente ou não a inovação esteve presente por um bom tempo naquele empreendimento, portanto, todos já agimos como empreendedores inovadores, basta lembrar e fazer.

 

  Alexandre Cricci

Administrador, engenheiro de produção, mentor de inovação

no Albert Einstein, empreendedor e CEO da Lâmpadas Golden

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